“Nessa noite o cego sonhou que estava cego.” Ensaio sobre a cegueira, página 24, último parágrafo e frase do primeiro capítulo. Estou a ter o deleite de ler Saramago, em português de Portugal, seguindo as recomendações do autor.
A leitura do clássico de José Saramago faz parte de um programa que institui. A intenção é ler os clássicos de autores que nunca li. Comecei por Ernest Hemingway e seu segundo livro, O sol também se levanta. Depois, insisti no escritor norte-americano com O velho e o mar. Em seguida fiz uma pausa para apreciar Memórias de minhas putas tristes, de Gabriel Garcia Marquez, autor que eu já havia lido e que por isso tinha de esperar outros, inéditos.
Depois de Gabo, voltei a me dedicar ao programa com o português José Saramago e seu livro ganhador do prêmio Nobel. Sem parágrafos e com acentuação que a primeira vista confunde leitores preguiçosos, como eu, a leitura desse clássico se torna de forma rápida, ágil e irresistível, como os melhores vícios.
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1 resposta so far ↓
Arantes // 27 Abril, 2008 às 22:16
É um dos livros mais lindos que li. Depois dele, li outros três do Saramago e já comecei o quinto da lista.
Vão lançar o filme, mas estou até com medo de assistir.
Abraço,
Thiago Arantes
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